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sábado, 17 de novembro de 2007

Olho para as águas... abraço um livro ao meu peito... eles permitem-me clarear a visão e até as águas... mas a tua imagem no lago agora é desfocada, pelo menos desde que me abraçaste de novo... será que te esqueci???
Se não, então vou tentar... por mim e por ti...

O desejo é passageiro, sei que o orvalho o limpará...

Porque viras a cabeça quando me vês???

terça-feira, 6 de novembro de 2007

suspiro, a saudade voltou...

Em nossos corpos repousam as mãos
Nas margens do meu lago, brilha o orvalho....
Amo-te
Quando te afastas levo a mão à água e as ondas recomeçam.
Tenho os dedos secos...

domingo, 4 de novembro de 2007

tu, orvalho

As águas agitam-se de novo...

Vem a alegria em passos soltos repor a incerteza no meu coração... uma amizade passada reflecte-se como um sonho no meu lago, sempre a aumentar... e depois os teus beijos resplandecem nas margens desse lago como gotas de orvalho... pergunto-me se um dia farás parte desse meu lago que reflecte o passado, ou se serás sempre o orvalho das suas margens?...

...amanhã teu orvalho nao se renovará nas margens do meu lago... e ele aumentará...

Ainda não te vejo nas ondas cinzentas...

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

São saudades

Essas ondas cinzentas que criei, contidas no meu coração, batem na margem fazem ricochete e recomeçam, com mais força, com mais intensidadea percorrer as margens deste meu lago interior, formado por lágrimas não choradas...

Há quanto tempo não te toco? Há quanto tempo não sinto esse toque quente da tua voz, murmura-lo quando choro... Há quanto tempo não me recolhes no teu abraço e fazes o mundo desaparecer? Há quanto tempo não te olho nos olhos? Há quanto tempo não te beijo?...

E o lago aumenta mais um pouco...